CRIANÇAS TÊM DIREITO A INGRESSOS GRATUITOS  PARA EVENTOS ESPORTIVOS EM BH

CRIANÇAS TÊM DIREITO A INGRESSOS GRATUITOS PARA EVENTOS ESPORTIVOS EM BH

Você sabia que crianças menores de 12 anos, acompanhadas dos pais ou responsável, podem curtir de graça eventos esportivos em estádios e ginásios de Belo Horizonte? Este direito passou a ser garantido pela lei nº 10.942, sancionada pelo prefeito da capital Márcio Lacerda no dia 29 de junho.A lei já está em vigor, mas os estabelecimentos têm até 30 dias para se adequarem. Então, em um mês corrido a partir de 29 de julho, será obrigatório o seu cumprimento. Os organizadores devem disponibilizar os ingressos com antecedência mínima de 48 horas, sendo que os responsáveis pelas crianças devem retirar os tickets com 24 horas de antecedência mínima do evento. Além disso, os espaços devem destinar 1% de sua capacidade para o atendimento da lei.O projeto é de autoria do vereador Pelé do Vôlei e o objetivo foi facilitar o acesso aos esportes por crianças que não têm condições de arcar com as despesas dos ingressos para assistir às partidas. Contudo, vale lembrar que ainda não foi estipulado um prazo para a regulamentação da lei que irá estabelecer a responsabilidade pela fiscalização e as punições caso seja descumprida.Conheça a lei na íntegra: Lei 10.942/2016.

Nosso último evento: Recital de Inverno 2016

Nosso último evento: Recital de Inverno 2016

Para esquentar o finalzinho da época mais fria do ano, o projeto Orquestrando trouxe sua primeira edição do Recital de Inverno. Sábado, dia seis de agosto, das 9h às 16h, o Parque Aggeo Pio Sobrinho foi palco de muitas atrações gratuitas, no bairro Buritis, na capital mineira, com entrada franca. A criançada pôde se divertir com oficinas de circo, meio ambiente, ginástica afetiva, expressão corporal, audiovisual, contação de história, teatro de fantoches, além de intervenções de artes plásticas. A imbatível animadora Rúbia Mesquita comandou os pequenos, com muitas brincadeiras.O tom musical contou com a Orquestra Sinfônica e Coro do Instituto Cultural ad Libitum, com um repertório instrumental de Raul Seixas, que animou papais e colando os pequenos para dançar. Na praça de alimentação, diversos Food Bikes e Food Trucks, com comidinhas deliciosas e saudáveis. Os bebês e responsáveis tiveram à disposição o “Espaço Baby”, com fraldário, local de alimentação, estrutura para tirar uma sonequinha e ainda área para os nenéns engatinharem.

ORQUESTRANDO – RECITAL DE INVERNODIA: 6 de agosto de 2016 – sábado

HORÁRIO: 9h às 16h

LOCAL: Parque Aggeo Pio Sobrinho – Av. Professor Mário Werneck, 2691 – Buritis, BH

ENTRADA: franca

ATRAÇÕES: oficinas diversas, brincadeiras infantis, área de alimentação, área para bebês, atração musical e de entretenimento

O QUE ACHA DE CURTIR AS FÉRIAS DA CRIANÇADA NO MUSEU?

O QUE ACHA DE CURTIR AS FÉRIAS DA CRIANÇADA NO MUSEU?

As férias de julho já começaram e opções de colônias para este período não faltam. Que tal unir diversão, economia e uma programação na qual as crianças aprenderão brincando? Esta é a proposta do Museu Memorial Minas Gerais Vale aqui em BH com as “Férias Divertidas no Museu”. Entre os dias 17 e 31 de julho, a garotada terá uma gama de atividades e atrações no espaço para se divertir. E o melhor, todas as atrações com entrada franca! Confira abaixo a programação completa e não perca tempo! Garanta a vaga dos seus filhos nas atividades e oficinas.Para mais informações, ligue 3343-7317 ou acesse: http://www.memorialvale.com.br/agenda-cultural/ferias-divertidas-no-memorial-4/Imagem: Reprodução/Memorial Minas Gerais Vale.

O BRINCAR

O BRINCAR

O Brincar

Desde muito cedo aprendemos que o melhor da infância é “o brincar”. Não sei se acontece com vocês, mas por trabalhar na área da Educação há alguns anos, e hoje sendo mãe, esse universo lúdico me cerca e deixa meu dia a dia muito mais alegre e completo.Como diz a música de Rubinho do Vale, “Ser criança e bom demais! ”É brincando que a meninada constrói e desconstrói o mundo que as cerca. É brincando que a criança enfrenta desafios, resolve conflitos e experimenta realizações. É na infância que terão a chance de vivenciar situações que deixarão marcas para o resto de suas vidas. Antigamente, as crianças estavam inseridas em famílias numerosas, e sofriam influência direta de seus pais, irmãos, familiares, da vizinhança de uma maneira geral. Seus dias eram nas ruas, correndo, soltando pipa, jogando futebol, queimada, brincando de pique bandeira, rodando peão, pulando corda, e muitas brincadeiras que envolviam várias crianças. Hoje, estamos em um contexto bem diferentes. As crianças vivem em apartamentos. São muitas vezes criadas por babás, pela escola de tempo integral, e até mesmo pela televisão. Brincam em aparelhos eletrônicos, que as deixam inertes e “hipnotizadas”. Muitas, desenvolvem um  sentimento de satisfação que só acreditam que o “ter” vai trazer a tão sonhada felicidade. Não quero dizer que antes tudo era bom, e agora está tudo errado. Quero trazer uma reflexão para nos pais, educadores, sobre onde foram parar aquelas divertidas brincadeiras; onde ficou perdido o desejo da descoberta, e da satisfação, no criar um novo brinquedo.Nossas crianças não sabem mais brincar. Nossas crianças não conseguem ser frustradas. Nossas crianças não conseguem esperar. Somos bombardeados por tantas notícias, agitação diária, que o simples fato de esperarmos uma consulta, ou um almoço em um restaurante, fazem com que nos armemos de ipads, celulares, joguinhos, para os nossos filhos ficarem “quietos”, “paralisados”, e que nos deixem ler nosso “whatup” em paz.Quero trazer uma reflexão, para que uma mudança de comportamento seja notada primeiro em nós, adultos. Devemos desligar mais a televisão. Devemos ir mais ao teatro, cinema, museu, parques e praças com nossos filhos. Devemos reservar pouco tempo para os vídeos games e para o “netflix”. Nossas crianças precisam brincar. Precisam criar brincadeiras. Precisam interagir com outras crianças. Não quero aqui reinventar a roda, mas quero trazer um alerta sobre que tipo de sujeito estamos formando.Nós, precisamos voltar às origens. Precisamos ser encantados pela fantasia. Que possamos encontrar prazer na companhia dos nossos filhos. Que menos aulas especializadas sejam feitas, e mais amor, atenção e ouvidos sejam dados por nós, a eles. Nossas crianças não precisam de coisas. Eles precisam de nós. De momentos de diversão e cantorias no carro, para burlar o trânsito. De orações e boas conversas durante as refeições; e principalmente, de brincadeiras de faz de conta, que levem eles para um mundo de surpresas e aventuras, onde todo riso e todo choro será acolhido e respeitado.Por Renata Corrêa Lima( Formada em pedagogia pela PUC Minas, pós graduanda psicopedagogia pela UEMG e estudiosa da influência bíblica com crianças)

UM BREVE OLHAR SOBRE O MERCADO CULTURAL INFANTIL

UM BREVE OLHAR SOBRE O MERCADO CULTURAL INFANTIL

Há de se observar que os grandes eventos que acontecem em nosso País estão atentos a um novo segmento que cresce rápido e engolindo vários outros setores: o infantil…artigos infantis, vídeo-games, cursos infanto juvenis, cursos preparatórios precoces em outras línguas , esportes, computação, enfim, “nossas crianças” estão correndo na velocidade desta nova sociedade consumista por informação, tecnologia e novas tendências.Isso me gera um grande receio. Receio das crianças de hoje se importarem com o consumo e o que vem pronto das empresas de marketing e comunicação, e não mais se preocuparem em construir SEUS processos criativos.Minha preocupação, e não só minha, de muitos pesquisadores e mães antenadas no mundo, que procuram tendências de mercado, que saiam da globalização e do que está na prateleira, empacotadas e comecem a formar uma nova linha educação, que valorize o fazer e o lúdico, penetrando no caminho sem volta da criatividade propriamente dita.\r\nA minha direção no segmento de eventos vem me encantando não só pelas infinidade de possibilidades de mudança de percepção do mundo, local onde mora e como ele pode ser habitado de uma outra forma, ou como eu posso ajudar para este local ser construído de maneira diferente , mas podemos empacotar num evento formas inovadoras de pensar, de sentir, de fluir e de conhecer o novo, que no caso dos eventos da Separados Projetos caminham pela área da cultura.